No
final do século XVIII, com o desenvolvimento
econômico e intelectual da colônia, alguns
grupos pensaram na independência do Brasil,
de forma que os brasileiros pudessem decidir
sobre seu próprio destino. Ocorreram, então
a Inconfidência Mineira (1789), a conjuração
Baiana (1798) e a Revolução pernambucana
(1817) - todas elas duramente reprimidas
pelas autoridades portuguesas. Em 1808, a
Família Real portuguesa, fugindo das tropas
de Napoleão, transferiu-se para o Brasil.
Esse fato trouxe um notável progresso para a
colônia, pois esta passou a ter uma
organização administrativa idêntica à de um
Estado independente. Além disso, tão logo
chegou ao Brasil, o principe-regente D. João
assinou o decreto da Abertura dos portos,
que extinguia o monopólio português sobre o
comércio brasileiro. A partir de então, o
Brasil adquiriu rapidamente condições para
ter uma vida política independente de
Portugal. Mais, sob o aspecto econômico,
passou a ser cada vez mais controlado pelo
capitalismo inglês. Em 1815, D. João pôs fim
à situação colonial do Brasil, criando o
Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve.
Mas essa e outras medidas progressistas que
ele adotou no Brasil irritaram os
portugueses. No dia 7 de setembro? Claro que
todos sabem que é a independência do Brasil.
Mas como isso aconteceu? E será que, após a
Independência, o Brasil ficou realmente
independente? Desde que foi descoberto por
Pedro Álvares Cabral, em 1500, o Brasil foi
uma colônia de Portugal. Isso significa que
sua função primordial era ser explorado pela
metrópole (nome dado ao país que domina uma
ou mais colônia). O Brasil não tinha,
portanto, nem liberdade econômica, nem
administrativa, nem política.
Como a exploração
metropolitana era excessiva e os colonos não tinham o
direito de protestar, cresceu o descontentamento dos
brasileiros. Começaram, então, a ocorrer rebeliões
conhecidas pelo nome de Movimentos Nativistas. Quando
ainda não se cogitava a separação entre Portugal e o
Brasil. A primeira delas foi a Revolta de Beckman
(1684), no Maranhão.No final do século XVIII, com o
desenvolvimento econômico e intelectual da colônia,
alguns grupos pensaram na independência do Brasil, de
forma que os brasileiros pudessem decidir sobre seu
próprio destino. Ocorreram, então a Inconfidência
Mineira (1789), a conjuração Baiana (1798) e a
Revolução pernambucana (1817) - todas elas duramente
reprimidas pelas autoridades portuguesas. Em 1808, a
Família Real portuguesa, fugindo das tropas de
Napoleão, transferiu-se para o Brasil. Esse fato
trouxe um notável progresso para a colônia, pois esta
passou a ter uma organização administrativa idêntica à
de um Estado independente. Além disso, tão logo chegou
ao Brasil, o principe-regente D. João assinou o
decreto da Abertura dos portos, que extinguia o
monopólio português sobre o comércio brasileiro. A
partir de então, o Brasil adquiriu rapidamente
condições para ter uma vida política independente de
Portugal. Mais, sob o aspecto econômico, passou a ser
cada vez mais controlado pelo capitalismo inglês. Em
1815, D. João pôs fim à situação colonial do Brasil,
criando o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve.
Mas essa e outras medidas progressistas que ele adotou
no Brasil irritaram os portugueses.
Em 1820, eclodiu
em Portugal uma revolução que obrigou D. João (agora
já com o titulo de rei e o nome de D. João VI) a
regressar à Europa. como regente do Brasil, aqui
permaneceu o príncipe- herdeiro D. Pedro. Uma
assembléia constituinte instalada em Lisboa pretendia
reduzir o Brasil à antiga condição de colônia. As
elites brasileiras uniram-se, então, em torno de D.
Pedro, levando-o a proclamar a Independência do Brasil
em 7 de setembro de 1822. Com isso, o príncipe se
transformou em imperador do Brasil, com o nome de D.
Pedro I. o grito do Ipiranga de D. Pedro I, em 7 de
Setembro, tornou o Brasil um Estado politicamente
independente. Mas nossa dependência econômica em
relação á Inglaterra iria se prolongar por todo o
século XIX e início do século XX.
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Primeira
lei de Newton