A
malária permanece como a doença com maior
índice de mortalidade no mundo todo.
Aproximadamente 300 a 500 milhões de pessoa
são anualmente, sendo que a maioria das
vítimas fatais são crianças com menos de 5
anos.
Ela é causada por protozoários do gênero
plasmodium, e transmitida através da picada
das fêmeas dos mosquitos do gênero
Anopheles. Calor e umidade excessivos
adicionados ás condições de saneamento
precárias contribuem para o proliferação dos
anofelinos, dificultando o controle da
doença.

O
mosquito suga o sangue de uma pessoa
infectada e o transmite a outra pessoa,
através de uma nova picada. O quadro clinico
caracteriza-se por: dor de cabeça perda do
apetite, mal-estar geral e calafrios,
seguidos de febres elevada (acima de 40ºC) e
intermitente. Nas formas graves, o paciente
apresenta vômitos, diarréia, pele fria e
pegajosa, sendo aconselhável cuidados em
Unidade de Terapia Intensiva. A malária não
é contagiosa. No tratamento da doença são
utilizadas drogas antimaláricas como a
Cloroquina e a primaquina.
Para diminuir o número de casos da doença,
deveríamos agir pela destruição ou
desinfecção das águas estagnadas e dos
terrenos encharcados e pelo controle dos
mosquitos vetores, não esquecendo do
desenvolvimento de ações educativas para a
prevenção de novos casos.
Atualmente tem-se pesquisado uma vacina para
a prevenção de novos casos.
Outro expediente que está sendo utilizado na
luta contra a malária, são peixes que comem
larvas do mosquito, com a finalidade de
diminuir a população dos mesmo em rios e
largos, reduzindo-se assim a probabilidade
de contaminação. (ESTADINHO, 2000)
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